Uma comunidade entre mulheres

Estar consigo sem precisar estar sozinha.

Uma comunidade online para mulheres conversarem, estudarem, criarem e fazerem coisas juntas — com tempo suficiente para que relações possam acontecer.

R$ 150por mês

Cobrança mensal recorrente.
Cancele quando quiser.

Comunidade online + investigação mensal + encontros e experiências ao longo do mês

R$150 para fazer parte de uma casa viva entre mulheres, com curadoria, encontros, investigações, possibilidades de criar coisas e, claro, conversar com gente que eu vou conhecendo.

Primeiro acesso: 21 de setembroEncontro de abertura: 23 de setembro, às 19h

trabalho, aqui, é pago.

Pilha de cadernos manuscritos e gastos sobre uma mesa de madeira

o que você quer?

Mesa com recortes, livros, tesoura e cola
Estrutura

O que você encontra todo mês

Uma pergunta abre a investigação do mês. Ela atravessa os encontros, as práticas e as conversas sem exigir uma resposta final.

01

Oficina de escrita

Ao vivo, 90 minutos

02

Sala de investigação

Ao vivo, 90 minutos

03

Encontro com convidada

Ao vivo

04

Uma prática por semana

No seu ritmo

Como chegar

É simples. Você chega em três passos.

1.

Você assina

Escolhe a forma de pagamento e conclui a assinatura na Kiwify.

2.

Recebe as orientações por e-mail

Você recebe as informações para entrar na plataforma antes da abertura.

3.

Entra na comunidade em 21/09

O primeiro encontro acontece em 23 de setembro, às 19h.

O que é

Uma casa online entre mulheres adultas.

Não é uma turma com data de início e fim. Você entra quando entra, fica enquanto fizer sentido e sai quando quiser, sem precisar explicar.

Não é um curso. Ninguém vai ensinar você a viver melhor.

O que existe aqui são condições — perguntas, encontros, rituais, oficinas e companhia — para que uma mulher possa estar consigo sem precisar estar sozinha.

Por que existe

Duas coisas aconteceram ao mesmo tempo.

01

A gente foi ficando sem os lugares onde as mulheres se encontravam. A roupa que era lavada no rio entrou para dentro de casa. Nunca foi sobre a roupa. Era sobre o encontro.

02

A vida virou uma demanda de tempo e de atenção tão grande que a gente não consegue mais se olhar. Você continua funcionando. Só não se reconhece mais no próprio ritmo.

Desenhamos condições para alguma coisa acontecer dentro de alguém, sem determinar antes o que deverá acontecer.
Página de caderno com a frase: minha dignidade pessoal está ligada à dignidade de todas as mulheres
A casa

Cinco espaços, sempre abertos.

Cada coisa tem lugar. Você encontra datas, conversas, materiais e propostas sem precisar procurar no meio de um feed infinito.

Sala de investigação

A pergunta do mês, os materiais, as conversas e uma síntese do que apareceu — sem expor a história de ninguém.

Oficina

Escrita, leitura e criação. O texto pode ficar guardado ou ser publicado por escolha de quem escreveu.

Entre mulheres

Indicações, leituras em grupo, convites, pesquisas em curso e trabalho — nomeado como trabalho, e pago.

Biblioteca

Um acervo pequeno e comentado de textos, aulas, referências e práticas. Cresce com a casa sem virar depósito de links.

Avisos e calendário

Datas, links e mudanças em um lugar só. Você não precisa caçar informação no meio de conversa.

Mesa coberta de recortes, imagens, livros, tesoura e cola
Convidadas confirmadas

Uma mulher por mês, ao vivo.

Elas não vêm dar palestra motivacional. Vêm trazer um saber situado e responder pergunta de verdade.

Ana Carolina Queiroz

Ana Carolina Queiroz

Organização holística e filosófica

@oeuorganizado
Fernanda Nudelman

Fernanda Nudelman

Headhunter e mentora de carreira. Conecta pessoas e histórias.

@fernudelman
Carla Antloga

Carla Antloga

Professora e pesquisadora de trabalho feminino na UnB.

@antloga
Como se participa

Pertencimento não é prêmio por bom comportamento.

Você pode ser quem você é, pensar como pensa e escolher a própria vida. O que não pode é retirar das outras a mesma possibilidade.

Investigar uma questãoHá uma pergunta em curso, práticas para fazer no cotidiano e uma sala ao vivo para pensar.
EscreverHá oficina ao vivo, propostas ao longo do mês e um lugar onde o texto pode ficar guardado ou publicado.
Encontrar outras mulheresHá leituras, conversas por assunto e encontros que podem nascer entre as participantes.
Ainda não saberNada precisa ser decidido antes. Não saber é uma resposta legítima.
Página de caderno com perguntas escritas à mão
Confluência e affidamento

O modo de relação que convidamos a praticar.

Mulheres diferentes se encontrando sem que uma precise convencer nem converter a outra. Relações de confiança, referência, apoio e troca sem desaparecer dentro do próprio coletivo.

  • A pergunta na porta é o que você quer. Você conta o que quiser, quando quiser.
  • A Guarida entrega tempo de pensar, repertório e companhia. O que você faz com isso é seu.
  • Quando o problema for estrutural, a gente nomeia a estrutura. Cansaço de mulher tem história.
  • Relato, imagem e texto só saem daqui com a sua autorização.
  • Aqui cabe discordar. Conflito é tratado, não abafado — cordialidade não silencia dano.
  • Você pode sumir e voltar. Presença não é medida e ausência não é cobrada.
O que dizem as participantes

Ainda não há depoimentos. A Guarida abre em 23 de setembro de 2026 — este espaço pertence às mulheres que chegarem primeiro.

Mirella Lucchesi
Quem conduz

Mirella Lucchesi

Vinte anos dando aula de química até sair da escola. Bacharel, licenciada e mestre em Química. Hoje escreve, pesquisa e constrói a Guarida em tempo integral.

Na Guarida, responde por três coisas: direção — para onde estamos indo e que perguntas investigamos; pesquisa e formulação; e voz pública. Cria as experiências autorais da casa.

Uma vida inteira sendo eu. E ainda sou um mistério para mim.Mirella Lucchesi
Assinatura

R$ 150por mês

Cobrança mensal recorrente. Cancele quando quiser. O acesso segue até o fim do período já pago.

Primeiro acesso: 21 de setembro

Encontro de abertura: 23 de setembro, às 19h

Assinar a Guarida

Sua assinatura sustenta a mediação da Mirella, remunera as mulheres convidadas e mantém o espaço onde isso acontece. Se R$ 150 for inviável para você agora, escreva para mirella@aguarida.com.br. A política de acesso ainda está sendo construída, mas a conversa está aberta.

Perguntas frequentes

O que costuma ficar em dúvida.

Preciso participar de tudo?
Não. Algumas mulheres vão a todos os encontros, outras só leem, outras aparecem em um mês e recolhem no seguinte. A casa é contínua para caber ritmos diferentes. Ninguém é cobrada por ausência.
Preciso falar ou abrir a câmera?
Não. Câmera é opcional, o chat fica aberto e há formas anônimas de responder. Escutar também é participar. Você decide o que quer contar — e não precisa contar nada.
Os encontros são gravados?
Aulas e aberturas são gravadas e ficam na biblioteca, sempre com aviso antes. Conversas com relatos pessoais não são gravadas. Se um encontro for gravado, você sabe antes de entrar.
Nunca estudei feminismo. Consigo acompanhar?
Sim. Cada tema parte de uma situação concreta da vida e só depois oferece ferramentas para lê-la. Não há prova de leitura, nível ou pré-requisito.
Onde a comunidade funciona?
Numa plataforma própria fora das redes sociais, com espaços separados por função e sem feed infinito. Os encontros ao vivo acontecem por videochamada. Você recebe as orientações por e-mail.
Entrei depois da abertura. Perdi alguma coisa?
Não. Você entra no mês em curso e o que já foi construído fica na biblioteca. Não existe conteúdo atrasado para correr atrás.
Posso cancelar?
A qualquer momento, sem multa e sem precisar justificar. O acesso continua até o fim do período já pago.
Isso é terapia?
Não. A Guarida é um espaço de investigação, estudo e encontro. Se aparecer uma situação que pede cuidado profissional, o caminho é o encaminhamento — não a mediação.
R$ 150/mêsCobrança recorrenteAssinar