turma a semente · quatro semanas

Reterritorializar a atenção

Um percurso da Guarida em quatro semanas.

Quatro semanas para perceber o que tem ocupado nossa atenção e abrir espaço para o que o excesso de trabalho, telas e cansaço foi deixando para depois.

Uma roda pequena para mulheres que sentem a atenção cansada, a vida atravessada pelo celular e o desejo de fazer diferente sem fazer isso sozinhas.

4 encontros ao vivo 4 semanas terças · 19h–20h30 até 20 mulheres

Inscrições abertas até 2 de agosto. Início em 4 de agosto; encontros em 4, 11, 18 e 25; integração até 31 de agosto de 2026. Até 20 mulheres.

Caderno aberto sobre uma mesa, com anotações manuscritas

por que essa roda

A vida está acontecendo em fluxo demais.

A tela virou trabalho, descanso, companhia, comparação, urgência e anestesia.

Muitas de nós sabemos que viver pela janela da tela não nos faz bem. Mesmo assim, nem sempre conseguimos fazer diferente sozinhas.

O que disputa nossa atenção e o que acontece com a vida quando permanecemos disponíveis o tempo todo?

como funciona

Quatro encontros e um fio entre eles.

Às terças-feiras, das 19h às 20h30, a gente se encontra pelo Zoom para conversar, escutar, estudar e elaborar em companhia.

Entre um encontro e outro, um espaço pequeno no WhatsApp mantém o fio do percurso com convites simples de observação, escrita e experimentação. Não é preciso acompanhar tudo nem estar disponível o tempo todo.

01

O Mapa

Observar, sem corrigir, para onde a atenção e a vida estão sendo puxadas.

02

A Captura

Perceber como trabalho, plataformas, urgências e papéis femininos disputam nossa disponibilidade.

03

As Bordas

Experimentar pausas, recusas e acordos possíveis sem criar uma nova violência contra si.

04

O Acordo

Escolher o que cada mulher quer proteger e reconhecer de quais condições precisa.

para quem

Este ciclo pode fazer sentido se...

  • a tela tomou espaços demais da sua vida;
  • sua atenção anda cansada, fragmentada ou sempre disponível;
  • você quer pensar tecnologia sem culpa individual e sem promessa rápida;
  • você sente falta de descanso, conversa, presença e vínculo;
  • você quer estar com outras mulheres em uma experiência pequena e acompanhada.

Esta roda não substitui terapia, atendimento médico, psiquiatria ou suporte de crise.

Mirella lendo à mesa com uma xícara de café

quem conduz

Sou Mirella.

Fui professora por vinte anos e atravessei burnout, perda de chão e a pergunta difícil sobre que vida ainda era possível depois de funcionar tempo demais no limite.

Na Guarida, entro como meio: convoco a roda, preparo a borda, trago repertório e cuido do ritmo. O conhecimento circula entre texto, experiência, pergunta e relato das mulheres que chegam.

participação

Três formas de chegar.

A roda se sustenta com contribuição financeira, transparência e compromisso de acesso.

Participação apoiada

Para quem quer participar, mas precisa conversar sobre o valor neste momento.

por conversa Pedir participação apoiada

Participação de sustentação

Para quem pode contribuir acima do valor integral e ajudar a abrir vagas apoiadas.

R$ 415 Contribuir com sustentação

antes de chegar

O essencial, sem letra miúda.

Quando acontecem os encontros?

Às terças-feiras, das 19h às 20h30, pelo Zoom: 4, 11, 18 e 25 de agosto de 2026. A última semana, de 25 a 31 de agosto, é dedicada à integração. O percurso se encerra completamente em 31 de agosto.

O que acontece entre os encontros?

O espaço no WhatsApp recebe convites simples de observação, escrita e experimentação. Não é uma rotina de tarefas nem exige presença constante na tela.

Preciso conseguir ficar sem celular?

Não. A proposta não é demonizar a tecnologia nem medir disciplina. É perceber o lugar que a tela ocupa e criar bordas possíveis para a vida real de cada mulher.

E se o valor integral não couber?

Você pode pedir participação apoiada. A conversa acontece com cuidado, sem necessidade de justificar toda a sua vida financeira.

Isso substitui terapia ou atendimento de saúde?

Não. A roda é uma experiência de reflexão e elaboração em grupo. Não substitui terapia, atendimento médico, psiquiatria ou suporte de crise.

A tecnologia pode caber na vida sem tomar o lugar da vida inteira.

Por quatro semanas, a Guarida abre uma roda pequena para mulheres olharem juntas para isso.