por dentro da casa
Participação recorrente
Acesso mensal ao espaço interno da Guarida: rito semanal, Biblioteca Viva, pergunta do ano, leituras, encontros, registros, bastidores e comunidade em construção.
formas de chegar
O dentro é a participação recorrente: uma casa interna com ritos, biblioteca, estudos, encontros, registros e comunidade em construção.
As portas são outras formas de aproximação: cartas, encontros pontuais, Mesas da Guarida, presentes, instituições, cadernos, publicações e formas de somar à construção da casa.
por dentro da casa
Acesso mensal ao espaço interno da Guarida: rito semanal, Biblioteca Viva, pergunta do ano, leituras, encontros, registros, bastidores e comunidade em construção.
portas externas
Reterritorializar a atenção, cartas, encontros pontuais, Mesas da Guarida, presentes, instituições, mapas, cadernos e publicações para se aproximar por uma experiência específica.
participação recorrente
A participação recorrente sustenta a casa por dentro. Quem participa acessa o espaço interno do site e acompanha, no próprio ritmo, os ritos, estudos, registros e encontros que forem sendo cultivados.
Cada mulher pode chegar como puder: lendo, escrevendo, aparecendo em uma roda, acompanhando de longe, voltando depois, ficando em silêncio, contribuindo, perguntando ou construindo vínculo.
mapa e travessia
O que está aqui no papel é só o nome do mato. O ato de roçar o mato, de abrir caminho, isso se faz juntas: com o pé no chão, na conversa de quintal, na mesa, na cozinha.
Os mapas, cadernos, cartas e perguntas da Guarida existem para dar nome ao que atravessa a vida e chamar conversa. A travessia acontece quando uma mulher olha para outra e reconhece: “você viu como a gente se aperta?”.
Guarde o mapa para não se perder. Mas escolha companhia para atravessar.
portas externas
As portas externas existem para quem quer chegar sem assumir uma permanência mensal agora, para quem deseja presentear outra mulher ou para instituições que querem abrir uma conversa sobre corpo, trabalho, limites e cuidado.
Um percurso de quatro semanas para perceber o que tem ocupado nossa atenção e abrir espaço para o que trabalho, telas e cansaço foram deixando para depois.
Ver o percurso de quatro semanasUma carta física por mês, com pensamento, pergunta, fragmentos de estudo e um gesto para o caderno.
Ver detalhesEncontros pontuais para sentar em volta de uma pergunta, escrever, conversar e experimentar, por algumas horas, um modo de estar entre mulheres.
Ver detalhesEncontros para aprender algo em companhia, sem precisar chegar sabendo: desenho, escrita, corpo, leitura, cuidado, artes ou outro tema que faça sentido.
Ver detalhesCarta, encontro, temporada da Guarida, participação anual, vaga apoiada anônima ou contribuição para o fundo de acesso.
Ver detalhesPalestras, laboratórios e encontros para escolas, equipes, coletivos e espaços que desejam pensar trabalho, corpo, limites e esgotamento.
Ver detalhesMateriais para circular fora do espaço interno: cadernos, mapas, publicações, trilhas de leitura e registros de pensamento que chamam conversa, não isolamento.
Ver detalhes
como uma mesa acontece
Nas Mesas da Guarida, a pergunta não é “quem aqui já sabe?”. A pergunta é “quem quer aprender isso em companhia?”. A Guarida organiza a mesa, convida uma mulher que conduz aquele caminho e torna a sustentação visível.
Uma parte remunera quem conduz. Uma parte sustenta a organização. Sempre que possível, uma parte ajuda a abrir vagas apoiadas. O dinheiro circula com transparência, e o saber circula sem virar obediência.
somar à casa
Algumas mulheres talvez queiram chegar oferecendo presença, repertório, escuta, articulação, desenho, produção, comunicação, registro, coordenação de uma mesa ou cuidado com alguma parte da casa.
Isso pode acontecer como conversa, parceria, trabalho remunerado, troca, apoio pontual ou construção de uma proposta comum. O combinado vem antes: tempo, responsabilidade, dinheiro, autoria, limite e cuidado precisam estar claros.
A Guarida não quer transformar pertencimento em mão de obra invisível. Se houver trabalho recorrente ou especializado, ele precisa ser reconhecido como trabalho.
sustentação e acesso
Quando uma mulher contribui, ela ajuda a manter o espaço interno, os ritos, a Biblioteca Viva, os estudos, os encontros, os bastidores técnicos e a participação de outras mulheres para quem o valor integral precisa de apoio neste momento.
Os valores finais serão definidos antes da abertura. A estrutura já nasce com três caminhos, para que a sustentação seja clara, proporcional e vinculada ao acesso.
Para mulheres que precisam de apoio financeiro para participar neste momento.
valor apoiado Solicitar quando abrirPara sustentar a própria participação e o funcionamento cotidiano da casa.
valor integral Comprar quando abrirPara quem pode contribuir um pouco mais e ajudar a abrir vagas apoiadas.
valor de sustentação Comprar quando abrircomo pagar
A participação recorrente terá pagamento mensal por link seguro. Até os valores estarem fechados, os botões levam para um aviso de abertura específico, sem pedir que você explique toda a sua chegada.
Se couber na sua vida contribuir, sua contribuição será muito bem recebida. Se o valor integral pedir apoio neste momento, a Guarida trabalha para criar caminhos de acesso com transparência e cuidado.
A prestação de contas fará parte da casa: o que entrou, o que foi sustentado, quantas vagas apoiadas foram abertas e quais custos precisam ser cuidados.